sábado, 19 de julho de 2008

A DESCONHECIDA ÍNTIMA

De repente o céu não era este pintado em um quadro renascentista
E o luar era apenas a luz do sol noturno
Cai na real: a musa do poeta medieval era uma mulher apenas
Não era o sonho diurno do homem comum
Mas uma dentre todas da cidade que não é parecida com nenhuma outra desconhecida
E é original por ser apenas ela
Sem arroubos, sem fetiches, sem novelas
Simples e sincera
Sem pintura
Isenta de artifícios
E indiretas.

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